quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Sentimentos . . .
as vezes, dou comigo a pensar assim...
o mundo é cruel...
a vida é dura...
a carne é fraca...
o ser humano por vezes nao consegue resistir...
mas em frente deve olhar...
para nunca se baixar...
para nunca desistir...
a solução nem sempre é facil...
muito menos dócil...
por vezes agreste...
e muito dificil...
luto,
corro,
grito,
procuro,
desespero...
espero...
nem tudo consigo controlar...
sinto que o poder nao esta bem distribuido...
sede de justiça...
vontade de desistir...
mas nao...
avançar...
contra a maré,
remar...
remar...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Recordaçoes. . .
completou-se um aniversario ha pouco tempo que estou rendido ao "Norte". . .
mas. . .
a minha essencia,
eu...
todo eu pertenço à minha terrinha,
ao meu cantinho no céu!
onde nada se passa (ou nao). . .
onde se respira ar puro. . .
onde se conhece toda a gente. . .
sinto um nó na garganta. . .
nostalgia...
vontade de poder virar o mundo ao contrario...
uma série de sensaçoes inexplicaveis...
inumeras coisas a dizer...
mas lembro-me...
ergo-me...
luto...
é assim que tem que ser...
é assim que vai ser...
olho para o ceu...
o leve sopro que se faz sentir desperta-me....
sou invadido por uma vontade enorme de vencer...
aperto as maos fechadas...
cravo os pés à terra...
firmo o passo...
e custa...
mas vou em frente!!!!
de batalha em batalha, até a Vitoria final.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
De volta à vida (1) . . .
Pego-te na mão,
seguro-a,
sinto-a...
quente,
suave,
macia,
terna,
meiga,
frágil,
mas forte,
segura, . . .
Aperto-a suavemente para que te sintas segura,
forte,
solida...
Sorris,
a mão continua comigo,
tal como tu...
Solto um suspiro mudo,
de felicidade,
sinto meu cabelo arrepiar-se,
estou em êxtase...
estas ali,
comigo,
fazes-me sentir que estas bem,
acompanhas-me sem medo...
solto-me...
dou-te beijinhos...
sinto algo mais que a tua suave e doce pele...
outro patamar foi atingido!!!!
Fico louco,
meus lábios soltam-se e assumem o comando...
Procuro-te!!!
Encontro-te!!!
Estás comigo!!!
Sorris!!!
Acompanhas-me!!!
Quase acho louco ao considerar possível o que está acontecer...
mas...
sendo assim,
estou mesmo LOUCO!!!
E feliz!!!
É verdade!!!
Estamos ali os dois!!!
Sinto-me bem!!!
Saboreio o momento!!!
Uma nova etapa começa!!!
Consegui?
Conseguiste?
Conseguimos!!!
Novos horizontes se abrem!!!
Voltei a gostar...
a desejar...
a querer...
Foste tu!!!
Graças a ti!!!
Por mais palavras que escreva,
que encontre,
jamais conseguirei descrever de forma completa o que sinto,
o que me fazes sentir...
Ninguem as conseguiu inventar...
Será que tal tarefa nos foi incumbida?
ou bastará apenas sentir???
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
De Volta..
De volta,
Com o brilho
com os raios de sol
com as nuvens
com o leve vento,
até com a . . . rebelde . . . chuva.
Antes a chuva servia para esconder lagrimas,
agora desperta-me,
dá-me maior alento,
molha-me,
sinto-me molhado,
nao apenas na cara,
mas toda minha roupa,
ela me envolve...
acaba por nao ser desagradavel,
pois o sol me espera,
brilha,
reluz,
aquece,
a mim me cobre, e me dá força...
faz prosperar os campos,
os animaizinhos com ele saem,
com o vento,
as arvores oscilam,
seguras nos anos,
à luz do sol,
alimentadas pela chuva...
Com o sol tudo recomeça após tempestade,
Tudo renasce com a sua presença,
todos precisam dele,
todos gostam dele,
todos o querem...
Chegou o sol,
nao tenho mais que chorar
vento, leva-me,
leva-me ter com ela...
faz-me sentir molhado,
desta vez, nao chorarei,
vou sorrir com todas as gotas que apanhar na cara,
minha roupa vai-se molhar,
vai-se sujar,
mas eu estou bem,
é isso que importa...
Esperguiço-me...
tento alcançar os astros,
lá bem alto...
sinto-me perto deles...
respiro melhor...
Já me acompanho por um sorriso...
ela contagiou-me,
faz-me sorrir,
mesmo quando nada o faz prever, dou comigo a sorrir...
sinto-me em orbita,
perto dos astros...
como que a alcança-los...
sorrio com toda a luz,
chuva,
e sopro...
envolvem-me numa atmosfera contagiada por ela...
Estou a sorrir...
bem alto...
quase a alcançar os astros...
suspiro...
hummm...
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Tempo... frio... inverno... sensaçoes??
Tempo...
Tempo passa...
Distancia fica... aumenta...
Chega o frio... tudo arrefece...
Tremo... de frio...
vem de dentro...
o que me dificulta a respiração, controla-me tambem o tremer...
controla-me os movimentos...
sinto-me estatico...
sinto-me imovel...
o tempo passou...
mas sinto o passado AQUI!!!
passou o tempo...
passou o vento...
houve tempestades...
mas estou aqui...
sentado...
neste muro...
à chuva...
ao vento...
neve...
geada...
tudo...
venha o que vier...
estou aqui...
sinto-me nu...
sinto-me vazio...
despejado...
um trapo...
vejo os buracos no chao...
os charcos de agua...
lama...
um no na garganta...
o cerebro atrofiado, com tanto pra dizer, e nada a saír...
quase perdi a minha identidade...
consigo controlar-me...
mas sem duvida... estou alterado...
o silencio...
o isolamento...
a sombra...
a escuridao...
chamam por mim...
de braços abertos...
pretendem acolher-me comodamente...
tento com eles encontrar aquilo que sou...
o que outra hora fui...
o que me caracteriza...
choro...
as lagrimas que vao secando...
têm sabor amargo...
tal como o suor que me sai dos poros...
olho pras estrelas...
pergunto-me como foi que aconteceu?
pergunto-lhes onde está o vosso brilho?
pergunto-me o que é feito de todo o calor?
pergunto-me...
pergunto-me...
nao consigo a isto satisfazer com uma resposta...
mergulho na amargura das minhas lagrimas...
do meu suor...
do ar que me rodeia...
dos pensamentos que me seguem...
procuro a luz...
corro...
grito...
choro...
torço-me...
estico-me...
olho pra mim...
olho pro ceu...
olho pras estrelas...
procuro a lua...
procuro o sol...
onde está a luz?
onde está o calor?
todos os astros parecem ter-se apagado...
o mar de sentimentos que me envolve, é frio...
cada vez mais...
envolve-me...
vira-me...
sacode-me...
à amargura, junta-se o sal...
frio
tremo
baloiço no pisar o chao
nao consigo sair do mar...
nao estou preso...
mas a agua nao me solta...
o frio impede-me de sair...
mantem-me estatico
imovel...
paralelizado...
Vento... espero por ti...
Saudações...
(mais umas linhas... cumprimentos a todos!)
Tempo passa...
Distancia fica... aumenta...
Chega o frio... tudo arrefece...
Tremo... de frio...
vem de dentro...
o que me dificulta a respiração, controla-me tambem o tremer...
controla-me os movimentos...
sinto-me estatico...
sinto-me imovel...
o tempo passou...
mas sinto o passado AQUI!!!
passou o tempo...
passou o vento...
houve tempestades...
mas estou aqui...
sentado...
neste muro...
à chuva...
ao vento...
neve...
geada...
tudo...
venha o que vier...
estou aqui...
sinto-me nu...
sinto-me vazio...
despejado...
um trapo...
vejo os buracos no chao...
os charcos de agua...
lama...
um no na garganta...
o cerebro atrofiado, com tanto pra dizer, e nada a saír...
quase perdi a minha identidade...
consigo controlar-me...
mas sem duvida... estou alterado...
o silencio...
o isolamento...
a sombra...
a escuridao...
chamam por mim...
de braços abertos...
pretendem acolher-me comodamente...
tento com eles encontrar aquilo que sou...
o que outra hora fui...
o que me caracteriza...
choro...
as lagrimas que vao secando...
têm sabor amargo...
tal como o suor que me sai dos poros...
olho pras estrelas...
pergunto-me como foi que aconteceu?
pergunto-lhes onde está o vosso brilho?
pergunto-me o que é feito de todo o calor?
pergunto-me...
pergunto-me...
nao consigo a isto satisfazer com uma resposta...
mergulho na amargura das minhas lagrimas...
do meu suor...
do ar que me rodeia...
dos pensamentos que me seguem...
procuro a luz...
corro...
grito...
choro...
torço-me...
estico-me...
olho pra mim...
olho pro ceu...
olho pras estrelas...
procuro a lua...
procuro o sol...
onde está a luz?
onde está o calor?
todos os astros parecem ter-se apagado...
o mar de sentimentos que me envolve, é frio...
cada vez mais...
envolve-me...
vira-me...
sacode-me...
à amargura, junta-se o sal...
frio
tremo
baloiço no pisar o chao
nao consigo sair do mar...
nao estou preso...
mas a agua nao me solta...
o frio impede-me de sair...
mantem-me estatico
imovel...
paralelizado...
Vento... espero por ti...
Saudações...
(mais umas linhas... cumprimentos a todos!)
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Justiça?
escreve-se a direito por caminhos tortos...
mas... o que será isso?
existe??
Tenho-me deparado com problemas pessoais e profissionais ultimamente e constato
que quem segue sempre a direito em qualquer uma das vertentes, sai sempre pior que quem não vai a direito...
Porque?
É Justiça isso?
Como pode ser?
De que nos vale andar-mos sempre a direito?
De que nos vale ser correctos?
Claro que sem muito pensar, chegamos facilmente às respostas:
ficaremos com a consciência tranquila
não teremos nada a temer
Será isso suficiente para compensar os "castelos de areia" que caem após anos e anos de desejos, planos, sofrimento, lágrimas, suspiros, bocejos, fé, confiança, ...
O vento vem...
com a sua força,
com a sua violência,
com o seu jeito,
passa...
remove os restos dos castelos deitados abaixo...
e deixa novamente tudo plano,
liso...
aparentemente limpo...
mas...
a alma..
a essência...
ficará para sempre com restos...
ficará para sempre com marcas...
Serão elas recolhidas?
Serão elas reconstruídas?
O vento destrói,
O vento voltará a construir...
Ao vento me entrego...
Ao vento me confio...
O vento me guiará...
Lágrimas caíram...
Lágrimas cairão...
Até que sequem...
Quando secarem, vai doer...
Mas não terei mais pra chorar...
Não temerei...
Poderei eu pedir justiça?
O vento o dirá...
(lamento, mas o texto transmite o meu estado de espírito...)
Subscrever:
Comentários (Atom)